PROGRAMAÇÃO 6ª EDIÇÃO

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Espetáculo para maiores de 6 anos

20 de Setembro

Marco Martins Quartet – “Blues and Roots”

19:00

Motrinos – Centro de Recreio Popular

Sinopse: “Blues and Roots” leva-nos numa uma viagem pelo “Cancioneiro Americano”, através de versões e arranjos do próprio, levando o público numa viagem pela tradição Blues e Jazz, desde a Brodway até Charlie Parker, e Billie Holiday, passando por Miles Davis e Monk, numa junção entre tradição, modernidade, e cumplicidade na improvisação. Liderado pelo contrabaixista Marco Martins, contando com a voz inconfundível de Sara Badalo, com Pedro Gil na guitarra, e Filipe Sequeira na bateria, Blues and Roots aborda os grandes Standards do jazz com autenticidade e irreverência artística.

Marco Martins: Marco Martins é músico de Jazz, compositor e formador, desenvolvendo paralelamente trabalho nas áreas de performance, teatro e cruzamentos disciplinares, nomeadamente em sonoplastia/composição e músico em cena. Tem o mestrado em Performance de Jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa e a licenciatura em Jazz (Baixo Eléctrico) pela universidade de Évora. Conta igualmente com o curso profissional de Gestão e Produção de Espetáculos, do Fórum Dança. Docente de contrabaixo no Conservatório de Loulé desde 2019. Membro fundador e codirector artístico da Mákina de Cena – Associação Cultural.

Em 2016, lançou o seu primeiro albúm de originais, “Roabook”, pela Parallel Records (Paris), em 2024 lançou “Low Profile”, albúm inaugural da editora MdC Records (Loulé), mais recentemente lançou “Luz”, um trabalho multidisciplinar que junta música, poesia e vídeo, também editado pela McD Records. Em 2025 lançou “Playground” o disco de estreia do Algarve Jazz Colective, do qual é Codirector, juntamente com o saxofonista Desidério Lázaro.

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03 de Outubro

Banda Filarmónica Corvalense – “Com/Passos Musicais”

17:30

Perolivas – Polidesportivo de Perolivas

Sinopse: “Com/Passos Musicais” é uma viagem sonora pelas grandes tradições da música e repertório para banda filarmónica, este concerto propõe um encontro entre a elegância do repertório clássico e a riqueza tímbrica da formação da orquestra de sopros e percussão. Inspirado nas transcrições e obras originais que marcaram a história das bandas, o programa percorre várias épocas e estilos, desde a solenidade das aberturas clássicas, à expressividade romântica e brilho virtuosístico das marchas e passo-dobles. O público será conduzido por melodias intemporais, revelando a versatilidade da banda filarmónica enquanto veículo de tradição e inovação. Cada obra destaca o equilíbrio entre as diferentes famílias de instrumentos, evidenciando cores, contrastes e dinâmicas que transformam o palco num espaço de celebração musical, um programa que homenageia o papel das bandas filarmónicas na divulgação da música erudita junto das comunidades, mantendo viva uma herança cultural que atravessa gerações.

Banda Filarmónica Corvalense: Desde finais do séc. XIX que há registos da existência de uma Banda de Música em São Pedro do Corval, banda esta que depois se terá dividido em duas, a “Portuguesa” e a “Espanhola”. Entre 1914 e 1918, presume-se que as duas filarmónicas se fundiram, dando origem a uma outra, a “Banda Aldematense”. A Banda Aldematense interrompeu a sua atividade em 1959 retomando-a em 21 de junho de 1981, com a designação de Sociedade Filarmónica Corvalense. Hoje a Sociedade Filarmónica Corvalense é dirigida pelo maestro Carlos Bia e conta com cerca de 45 elementos. A Sociedade Filarmónica Corvalense tem ainda uma Banda Juvenil e uma escola de música fundada em 2001, que tem um papel importante em captar jovens e com uma maior formação e qualidades técnicas à banda, e tem ainda em atividade um coro polifónico.

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04 de Outubro

Aletria Biblioteca Itinerante e João e a Sombra – “Outra Coisa Qualquer”

17:00

Campinho – Largo Bernardino José Cruz

Sinopse: João e a Sombra – “Outra Coisa Qualquer”: João e a Sombra apresenta um recital em formato de cantautor com obras originais escritas e assentes no poder da palavra. Projeto musical do actor João Tempera, um dos criadores da Aletria. Com dois discos editados, o projeto nasceu de canções compostas à guitarra, que combinam a música folk alternativa e uma forte componente poética e introspetiva. O concerto que vem apresentar ao Arte(S)em Palco, preserva a crueza e a intimidade das composições originais.

João Tempera: Ator e músico. Aos 15 anos vê um conto seu publicado numa antologia de escritores de Almada. Formado na Escola Superior de Teatro e Cinema, há 25 anos faz teatro, séries de televisão, cinema, publicidade e formações. João e a Sombra tem dois discos editados. Escreveu e realizou duas curtas-metragens: “Sobre-a-Mesa” e “Assalto”, e produziu o documentário “Na Margem”, A História do Rock em Almada”. É fundador da Aletria Biblioteca Itinerante.

Aletria Biblioteca Itinerante: Inaugurada em 2022, a Aletria é concebida em Almada por três amigos com forte envolvimento na comunidade e na vida artística da cidade, com formação na área da Educação e das Artes (teatro, música, literatura). A Associação Cultural Casa Invisível vem apresentar a Aletria, uma Biblioteca Itinerante e Centro de Cultura e Arte a Céu Aberto. Uma carrinha muito bonita e confortável, recheada de livros para todas as idades e interesses, escolhidos com critério. Dispomos também de uma esplanada ao ar livre, em formato de quiosque, onde acontecem leituras, sessões de música, tertúlias e oficinas artísticas. Aletria conta no seu percurso com parcerias com: Festival Literário de Óbidos, Alma d’Arame – Encontro Internacional de Marionetas de Montemor-o-Novo, Serralves em Festa, Teatro Extremo – Festival Sementes, Universidade Nova FCT, Politécnico de Lisboa, Centro de Ciência Viva, Plano Nacional de Leitura, diversos agrupamentos escolares, municípios e bibliotecas. Estreámos o nosso primeiro espetáculo ao ar livre na 29ª Mostra de Teatro de Almada no dia 30 de novembro de 2025, “A Metamorfose”, inspirado em A Metamorfose de Franz Kafka.

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05 de Outubro

Al-Fanfarre – “Dixieland”

11h30 | Outeiro – Largo da Fonte
16h30 | Cumeada – Largo da Nossa Senhora das Neves
 

Sinopse: “Dixieland” é espetáculo musical inspirado na tradição da música mais antiga de New Orleans, este concerto está concebido para ser apresentado tanto em contexto de palco formal como e contexto de rua, numa tradição de street brass band. A interação entre os músicos e a plateia, num clima descontraído permite momentos de humor, improviso musical e uma experiência coletiva entusiasmante. Aqui os Al-Fanfarre vivem do ritmo, da improvisação e da proximidade com o público. Esta atuação, seja em concerto de palco, desfile musical ou performance itinerante, é pensada como uma experiência contagiante, garantindo impacto visual, energia constante e forte envolvimento.

Saxofones : (Edgar Cavaco e Joaquim Abraços)
Trompetes : (Albano Neto e Pedro Coutinho)
Trombone : (Gabriel Rodeia)
Sousafones : (David Barros e Ismael Medeiros)
Percussão : (João Paias e Mauro Mestre)

Al-Fanfarre: O grupo Al-Fanfarre é uma fanfarra de world street music, sediada em Loulé, formada em 2009. No mesmo ano, apresentou-se pela primeira vez em formação balcânica no Festival Med, com a participação de alguns músicos do anterior projeto de sopros Loulé Brass e outros amigos, sob a designação Bandinha Marafada, que viria a ser alterada para a atual em 2013. O coletivo reúne músicos algarvios e de várias regiões do país que vivem e trabalham no Algarve, destacando-se pela sua sonoridade baseada em Balkan Brass e klezmer, combinada com influências latinas, dixie, funk e pop. Ao longo do seu percurso, o grupo tem participado regularmente em alguns dos principais eventos culturais da região e do país, como o Festival MED, o Festival F, Fatacil, a Concentração de Motos de Faro, a Noite Branca de Loulé, o Festival Músicas do Mundo em Sines e ainda em festivais como o Imaginarius, entre muitos outros, afirmando-se com uma presença regular na animação de rua e também em palco. Nos últimos anos, mantém uma média de cerca de 50 a 70 atuações por ano em palco ou na rua, em festivais, eventos culturais públicos e privados e corporativos. Em 2021, assinalaram o seu regresso à atividade pública após a pandemia de Covid-19 com o lançamento do videoclipe “Ursinho”. Com mais de uma década de atividade e centenas de atuações, os Al-Fanfare afirmam-se como um projeto dinâmico e versátil, levando a energia da música de rua a palcos e eventos no Algarve e um pouco por todo o país.

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17 de Outubro

André Conde e Bárbara Barradas – “VEIN”

16:30

Carrapatelo – Centro Cultural do Carrapatelo

Sinopse: VEIN é uma jornada imersiva que convida o público a desacelerar e sintonizar-se com os ritmos invisíveis da natureza. Através de uma experiência multissensorial, criamos um espaço onde a tecnologia não se opõe à natureza, mas se torna uma extensão dela. O projeto propõe uma prática de escuta contemplativa, onde cada som revela camadas de significado. A voz humana e os sinais bioelétricos das plantas entrelaçam-se numa dança sonora que transcende a comunicação verbal, uma criação performativa e instalativa que explora a fronteira entre o orgânico e o tecnológico, utilizando a captação bioelétrica de plantas e trombone modificado, e a expressão da voz humana para criar paisagens sonoras que emergem do diálogo entre seres vivos.

Trombone & Eletrónica : André Conde
Voz & Somática : Bárbara Barradas

André Conde | Trombone: Doutorado em Música e Musicologia pela Universidade de Évora e com dois mestrados pela Universidade de Artes de Zurique, André Conde, para além de exercer funções enquanto docente na Universidade de Évora e de colaborar regularmente com várias orquestras nacionais e internacionais, é um investigador pioneiro na área da sonificação de dados biológicos enquanto elementos criadores de paisagem sonora para novos backgrounds interpretativos. O seu trabalho explora especificamente as possibilidades expressivas do trombone modificado e eletrónica, criando pontes entre a investigação científica e a criação artística.

Bárbara Barradas | Soprano: Cantora Lírica e Soprano que tem atuado nos mais emblemáticos teatros de Portugal e da Europa, é detentora de uma Golden Voice com mais de 25 anos de experiência de palco. Com licenciatura e mestrado com Distinção pela Guildhall School of Music & Drama em Londres, e diversas formações em ópera e desenvolvimento pessoal, Bárbara aperfeiçoou uma técnica vocal única de elevada consciencialização corporal e holística. Criadora do BB your voice method®, ao longo de 15 anos de mentoria desenvolveu uma abordagem somática para libertar padrões mentais e emocionais limitativos, reconhecendo a voz como veículo essencial para encontrar a verdadeira essência e uma comunicação mais livre e impactante.

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18 de Outubro

Banda Filarmónica Reguenguense – “Axis Mundi”

16:30

Marcos do Campo – Largo do Cruzeiro

Axis Mundi: O conceito de Axis Mundi — o “Umbigo do Mundo” — representa o ponto de ligação onde o humano toca o divino, onde a terra encontra o céu e o tempo se funde com a eternidade. Neste concerto, a Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense propõe uma viagem ascensional. Começamos com a luz pura da consciência, atravessamos a proteção dos guardiões celestes, celebramos o ritual coletivo da humanidade e, finalmente, atingimos o cume da montanha, onde o homem se encontra com a magnitude do Universo. É um programa sobre a verticalidade da alma e a busca pelo transcendente através do som.
Obras de David Maslanka, Frank Ticheli, Vincent Persichetti, Franco Cesarini, entre outros compositores.

Banda Filarmónica Reguenguense: Fundada em 21 de janeiro de 1886, a Sociedade Filarmónica Reguenguense, surgiu de uma banda que já existiria em Reguengos de Monsaraz desde 1860. Com o nascimento estatutário da SFHR, assume a liderança da banda José Maria de Carvalho. Em 1929, foi-lhe atribuída a categoria de Banda Municipal, pelos bons serviços prestados ao Município. Dirigia-a, na altura, Carlos Franco, o primeiro regente militar desta Banda. Em maio de 1997 foi criado o Coro Polifónico da SFHR. Em 2002 assume a regência da Banda e do Coro o Maestro José Filipe Guerreiro. Em 2006 classifica-se em 2º Lugar na 2ª Categoria no Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas de Vila Franca de Xira; em 2008 o 1º lugar, na 2ª Categoria e em 2013 o 3º Lugar na 1ª Categoria. Atuou no Funchal, a convite da Orquestra do Gabinete Coordenador da Cultura. A partir de 2011, a Banda da SFHR contou com a direção artística do maestro António Menino que permitiu à banda uma marcada evolução artística. Em 2012 participou na Masterclasse com o conceituado maestro Mitchel Fennell, e registaram a gravação de um CD em 2016. Em 2015 foi atribuída à SFHR, pelo Município de Reguengos de Monsaraz, a Medalha de Mérito Cultural. Em 2019, a Banda da SFHR, atuou na Casa da Música do Porto. Desde março de 2024, que a Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, conta com a direção artística do maestro João Defesa, que dirige a Banda, Coro Polifónico e Banda Juvenil. A Banda da SFHR, participou em concertos e gravações com músicos como António Pinto Bastos, António Zambujo e Sara Correia. É a entidade tutelar do Conservatório Regional do Alto Alentejo, que conta com mais de 100 alunos, fazendo desta sociedade um importante instrumento na formação de músicos da região.

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31 de Outubro

Vox Aurea Ensemble – “Diálogo Ibero-Americano”

17:00

S. Pedro do Corval – Igreja Matriz

Diálogo Ibero-Americano: é um programa propõe uma viagem sonora entre a Península Ibérica e a América Latina, revelando afinidades culturais, históricas e musicais que atravessam o Atlântico. Através do repertório a cappella, é explorado um diálogo que se constrói tanto na herança comum como nas transformações que dela emergem. A primeira parte centra-se na tradição ibérica, com enfoque no repertório de matriz popular de Espanha e Portugal. Estas canções refletem a riqueza melódica, a ligação à terra e à identidade cultural destas regiões, frequentemente recriadas através de uma linguagem coral contemporânea. O programa expande-se para a América Latina, onde essas raízes se reinventam em novos contextos. Do Brasil ao México, da Argentina a Cuba e Bolívia, encontramos ritmos, histórias e sonoridades que combinam tradição popular, influências africanas e indígenas, e uma forte expressividade emocional.

Vox Aurea Ensemble é um projeto constituído por um grupo de jovens cantores em início de carreira, Vox Aurea Ensemble é um octeto vocal fundado em março de 2024, dedicado à interpretação de repertório coral em formação de câmara. O grupo reúne oito músicos ligados à Universidade de Évora: Maria Pinho e Nádia Bento (sopranos); Vitória Matos e Sara Araújo (contraltos); André Carmo e Afonso Henriques (tenores); e João Lima e Ivo Nico (baixos). A atividade do ensemble centra-se sobretudo na interpretação de repertório a cappella, embora desenvolva também projetos pontuais em colaboração com instrumentistas, sempre que o programa o justifica. Desde a sua fundação, o grupo tem participado em diversos eventos culturais, tanto no contexto da Universidade de Évora como em iniciativas promovidas por entidades externas. Entre estas, destacam-se as apresentações realizadas na Igreja Matriz de Redondo, no Convento do Espinheiro e em eventos associados à Fundação INATEL. O ensemble colaborou ainda com a Tokyo Opera Association numa produção de ópera realizada em Vila Viçosa. O Vox Aurea Ensemble apresenta um repertório diversificado, com particular ênfase na música portuguesa. Paralelamente, procura explorar diferentes estilos e abordagens, trabalhando repertório tanto de carácter erudito como ligeiro.

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01 de Novembro

Cardo-Roxo – Alvorada

17:00

Monsaraz – Igreja de Santiago

Alvorada compreende uma seleção de melodias de variados contextos: da música instrumental à música vocal, da música de festa à música de trabalho, da Madeira a Trás-os-Montes. Estando a música tradicional sempre associada a uma atividade quotidiana ou a uma prática social (religiosa ou profana), é fundamental que, na sua adaptação e transformação não se perca essa relação, correndo o risco de a tornar irreconhecível ou descontextualizada. Essa relação é então crucial na forma como a música é adaptada. Com base na génese de Cardo-Roxo, este programa está pensado para espaços pequenos e que permitam um contacto muito próximo e informal com o público. Os arranjos delicados e cheios de detalhes, envolvem o público numa escuta atenta, sensibilizando-o para a beleza e singularidade deste repertório que é tantas vezes desvalorizado e mal compreendido.


Antony Fernandes: voz e säckpipa (gaita de fole sueca)
Carmina Repas Gonçalves: voz e viola da gamba

Cardo-Roxo: ensemble musical que se inspira na música tradicional portuguesa, pelos músicos Carmina Repas Gonçalves e Antony Fernandes, potenciando as suas possibilidades com novos arranjos para instrumentos tradicionais e antigos e para diversas formações que vão de dois a quatorze músicos.
Com 7 álbuns gravados, Cardo-Roxo é um grupo de referência na cena da música folk portuguesa com trabalho relevante na recuperação e atualização do património musical português e com dezenas de concertos em alguns dos melhores festivais e salas de concerto de Portugal e da Europa. Desde o seu início, há 11 anos, Cardo-Roxo encontrou o apoio de alguns dos mais importantes jornalistas radiofónicos que trabalham na área da música folk em Portugal, tais como Inês Almeida – Antena 2, Armando Carvalheda e Sofia Carvalheda – Antena 1, Carlos Ferreira – Diana fm, entre outros.

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07 de Novembro

Ana Filipa Luz (Piano) e Oscar Oré (Tenor) – Grandes Árias Italianas

16:30

Outeiro- Centro Cultural de Outeiro

Grandes Árias Italianas: Um programa que nos remete a um passeio por Itália e pelas Árias de ópera e Canções Italianas. Um entusiasmante recital de canto e piano, que leva o público numa viagem através dos vários géneros e épocas da música italiana. Desde as belas árias antigas barrocas ao esplendor das óperas mais icónicas, com obras de compositores como Rossini, Donizetti, Puccini e Verdi. O espetáculo inclui também apaixonantes canções napolitanas e as mais populares melodias italianas, como O Sole Mio, clássicos que todos conhecem. A par dos momentos performativos, o recital será complementado com comentários ao repertório, para uma imersão mais completa no ambiente musical e uma aproximação do público ao conteúdo das obras e ao espaço temporal em que foram compostas. Um recital único, onde a tradição e a emoção se unem para celebrar a riqueza musical de um país que tanta música deu ao mundo: Itália.

Oscar Oré: Tenor de Belcanto nascido no Perú e atualmente sediado na Alemanha. Tem atuado em óperas por todo o mundo e nos mais prestigiados festivais de ópera: Áustria, Alemanha, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Perú, Espanha e Portugal. É licenciado pela Universidade de Música de Lima (Perú) e fez o mestrado em Performance Dramática na MDW em Vienna and Mozarteum Salzburg. Recentemente foi um dos solistas na 9ª Sinfonia de Beethoven, num concerto nas Nações Unidas e apresenta-se regularmente em óperas pela Europa, em papéis principais do grande repertório para tenor. É também membro do Opera Choir at the Bayerische Staatsoper em Munich, na Alemanha.

Ana Filipa Luz: pianista portuguesa sediada em Salzburg (Áustria). Desde 2022, assume o cargo de Pianista Correpetidora e Assistente de Direcção do Coro no Festival Gut IMMLING (Alemanha), sob a direcção dos maestros Cornelia von Kerssenbrock, Evan Christ e Ayyub Guliyev. Apresenta-se, com frequência, como pianista acompanhadora, destacando-se a sua participação nas óperas GIULIO CESARE IN EGITTO (Händel), DIDO AND AENEAS (Purcell), COSÌ FAN TUTTE e BASTIEN E BASTIENNE (Mozart), no Festival Coral VOCALIZZE, na Academia de Verão SETÚBAL CANTOFEST, em apresentações com várias orquestras portuguesas, na gravação dos álbuns “Flauta XXI” e “Gustavo Romanoff Salvini”, no projecto “36 Semanas, 36 Estudos” da Arpejo Editora, entre outros. Foi galardoada com o 2º Prémio na categoria de Música de Câmara, na primeira edição do festival “Verão Clássico” e acompanha, com regularidade, recitais líricos e instrumentais, masterclasses e concursos, em Portugal, na Alemanha e Áustria. Atualmente, assume o cargo de Senior Lecturer como correpetidora de canto na prestigiada Universidade Mozarteum em Salzburgo.

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08 de Novembro

Teatro Nacional D. Maria II | Boca Aberta – “Não Se Pode, Não Se Pode”

11h30 | Caridade – Centro Cultural Caridadense 1º de Maio

16h30 | Barrada – Centro Cultural da Barrada

“Não Se Pode, Não Se Pode”: Teatro infantil – Dois cães de guarda passam o dia a patrulhar um quintal, de um muro para o outro, cauda apontada e nariz para o ar. Ali há regras muito importantes para cumprir. Tudo tem horas certas, até a pausa para coçar a orelha. E turnos fixos: quando um dorme, o outro tem de ficar acordado. Com tanto rigor, não há intruso que apareça. Mas, então… o que faz um gato vadio junto ao portão? Ali não pode ficar! E porque é que quer fazer tudo de maneira diferente? Não se pode! Não se pode! As regras têm de ser cumpridas! Ou, se calhar, basta alterá-las um bocadinho.

Textos: Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz
Encenação: Catarina Requeijo
Interpretação: Berna Huidobro, Guilherme Félix, Inês Cardoso
Figurinos: Aldina Jesus
Cenografia: Carla Martinez
Sonoplastia: Sérgio Delgado
Assistência de encenação: Luís Godinho, Manuela Pedroso
Mediação: Nelda Magalhães
Produção: Teatro Nacional D. Maria II

Boca Aberta – Teatro Nacional D. Maria II: é um projeto pensado para proporcionar novas experiências criativas a crianças a partir dos 3 anos, promover o pensamento e capacitar os profissionais da educação e da cultura que trabalham com estas faixas etárias. Ao longo de quase 10 anos, apresentou espetáculos no D. Maria II e em espaços escolares de Lisboa, despertando a curiosidade e imaginação dos mais pequenos. Desde o seu início que o Boca Aberta promove o acesso equitativo à sua programação, disponibilizando recursos de acessibilidade e garantindo que todas as sessões são sessões descontraídas, isto é, decorrem num ambiente adaptado, acolhedor e flexível. A partir de 2023, em parceria com o Plano Nacional das Artes, expandiu-se a outras geografias. No ano seguinte, iniciou um ciclo de três anos e alargou o âmbito da sua atividade, em estreita colaboração com os municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima, aprofundando o diálogo e o trabalho entre estruturas nacionais e locais, nas áreas da criação artística e da mediação. Este ano, as comunidades artísticas locais foram convocadas a participar na criação de dois novos espetáculos, a apresentar nos concelhos parceiros do projeto. Decorrem também as “Conversas de Boca Aberta” e uma oficina para profissionais da educação, que reforçam a ligação do projeto à comunidade escolar. Ao longo destes três anos, o Boca Aberta assume-se como um interveniente de capacitação, num processo gradual que permitirá, por um lado, que as novas estruturas artísticas se autonomizem e assumam o controlo do projeto a nível regional, e, por outro, a partilha de recursos, conhecimento e a construção de redes de criação artística para a infância.

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14 de Novembro | 15 de Novembro

Versátil Ensemble – SENSORIUM

14 de novembro às 18h30 | Reguengos de Monsaraz – Auditório Municipal

15 de novembro às 16h30 | Stº Antº do Baldio – Centro de Recreio e Convívio Maria Gabriela Leónidas

SENSORIUM: A palavra Sensorium remete-nos biologicamente ao conjunto do aparelho sensorial e nervoso dos organismos, onde a experiência, perceção e interpretação do ambiente ocorrem. A sede da alma e a mente, focadas na interpretação do mundo que nos rodeia. Este espetáculo, interpretado pelo Versátil Ensemble em formato de sexteto: voz, percussão, oboé, viola campaniça e guitarra, violoncelo e flautas transversais históricas, é concebido a partir da estreia da obra original da compositora Catarina Sá Ribeiro, em conjunto com o videógrafo Franco Sanguinetti. Mais que um concerto em formato tradicional, esta é uma performance artística com uma vertente imersiva no mundo sensorial através da vibração, da luz, da cor e do som, em que o púbico está rodeado e próximo dos músicos, onde palco e plateia se juntam numa experiência única e coletiva, estimulando o mundo dos sentidos. Espetáculo com tradução de língua gestual portuguesa.

Composição original: Catarina Sá Ribeiro
Videografia: Franco Sanguinetti
Flautas Históricas: Daniela Tomaz
Oboé e Corne Inglês: Daniela Pinhel
Percussão: Vasco Ramalho
Voz narrada e mezzo-soprano: Joana Godinho
Viola Campaniça e Guitarra Clássica: Nelson Conde
Violoncelo: Samuel Santos
Tradução LGP: Sandra Cavaco

Versátil Ensemble: Em atividade artística desde 2020, é um dos grupos residentes mais ativos na Bolsa D’Originais Associação Cultural. A sua formação é composta por músicos profissionais com muita experiência em várias áreas musicais, desde o erudito, ao jazz, à música tradicional. A sua formação varia entre vocal-instrumental ou só instrumental, com uma variedade de elementos que vai desde o trio à formação mais orquestral, adaptando a sua composição aos projetos e características musicais, através do cruzamento de instrumentos clássicos, contemporâneos e tradicionais. Desde a sua atividade inicial que o Versátil Ensemble tem vindo a estrear obras e arranjos de compositores como Jorge Salgueiro, João Falé, Pedro Louzeiro, Carolina Leote Godinho entre outros e foi dirigido por vários maestros como Jorge Salgueiro, João Defesa, João Rocha, Octávio Martins, entre outros. O Versátil Ensemble também tem uma rede de parcerias artísticas onde se apresenta em espetáculos de teatro, performances contemporâneas e projetos artístico-pedagógicos, contando já com vários projetos inseridos na programação anual e apoios da Direção Regional da Cultura do Alentejo e concertos em vários locais no Alentejo e Algarve. Recentemente apresentou-se na Casa das Artes em Famalicão, Auditório Municipal de Gaia e Auditório da Biblioteca Municipal de Torres Novas, e tem datas agendadas para Lagoa, Ponte de Lima e Torres Novas.

PRODUÇÃO

Bolsa D’Originais – Associação Cultural

associacaobolsadoriginais@gmail.com

bolsadoriginais.com

Informações por e-mail ou pelos telefones: 914804507 / 964815120