PROGRAMAÇÃO 4ª EDIÇÃO

ENTRADA LIVRE

Espetáculo para maiores de 6 anos

20 de Julho

Banda Filarmónica Corvalense 

21:30

Stº Antº do Baldio – Centro de Recreio e Convívio Maria Gabriela Leónidas

Concerto dedicado aos compositores portugueses que direcionam o seu trabalho para as bandas filarmónicas. As bandas filarmónicas são dos agrupamentos musicais cada vez mais multifacetados e assiste-se hoje a uma crescente qualidade na filarmonia portuguesa. Concertos em auditórios, concertos ao ar livre, procissões, arruadas, missas, animações de rua, corridas de touros, arraiais são apenas alguns exemplos daquilo que as bandas fazem regularmente no seu trabalho. Este concerto aborda esse carácter dinâmico musical das bandas de sopros e percussão, inteiramente dedicado a obras de compositores portugueses. Obras de Amílcar Morais, Vítor Resende, Rui Pereira, entre outros. 

Banda Filarmónica Corvalense: Desde finais do séc. XIX que há registos da existência de uma Banda de Música em São Pedro do Corval, banda esta que depois se terá dividido em duas, a “Portuguesa” e a “Espanhola”. Entre 1914 e 1918, presume-se que as duas filarmónicas se fundiram, dando origem a uma outra, a “Banda Aldematense”. A Banda Aldematense interrompeu a sua atividade em 1959 retomando-a em 21 de junho de 1981, com a designação de Sociedade Filarmónica Corvalense. Hoje a Sociedade Filarmónica Corvalense é dirigida pelo maestro Carlos Bia e conta com cerca de 45 elementos. A Sociedade Filarmónica Corvalense tem ainda uma Banda Juvenil e uma escola de música fundada em 2001, que tem um papel importante em captar jovens e com uma maior formação e qualidades técnicas à banda, e tem ainda em atividade um coro polifónico.
Maestro Carlos Bia: Iniciou os seus estudos musicais na Escola Profissional de Música de Évora, onde estudou trompa. Mais tarde frequentou a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra, na Academia Nacional Superior de Orquestra, e a Licenciatura em Música na Universidade de Évora. Durante a sua formação estudou com os professores Carlos Rosado, Jonathan Luxton, Eric Murphy, Abel Pereira, Bruno Hiron. Frequentou inúmeros cursos e masterclasses de trompa, e música de câmara, e cursos de direção de orquestra.
Músico integrante dos quadros da Banda da Armada Portuguesa. Enquanto trompista integrou diversas orquestras nacionais e ensembles de música de Câmara, por todo o país. Em paralelo, esteve envolvido em diversos projetos de divulgação e pedagogia musical. Desde agosto de 2018 é maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Corvalense, assim como professor e responsável pela escola de música da mesma instituição. Em dezembro de 2023 foi condecorado pela Assembleia Municipal de Reguengos de Monsaraz com a medalha de mérito cultural.

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Espetáculo para maiores de 6 anos

26 de Julho

Duo de Percussão de Évora – “InSonoro”

21:30

Carrapatelo – Largo da Igreja

Eduardo Lopes: Percussão

Vasco Ramalho: Percussão

Eva Paiva: Voz

Duo formado pelos percussionistas Eduardo Lopes e Vasco Ramalho. Com um percurso musical conjunto ligado à expansão da percussão a sul de Portugal. Ambos professores na Universidade de Évora, pretendem com este projeto dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 30 anos promovendo a música para percussão e tendo como principal objetivo dar especial enfoque à interpretação de obras de compositores portugueses, na sua grande maioria obras que lhes foram dedicadas. O concerto conta ainda com a convidada especial, a cantora de jazz Eva Paiva, que irá juntar a sua voz ao Duo de Percussão. Obras de C. Bochmann, Lino Guerreiro e Nuno Guedes do Campos.

Eduardo Lopes: Estudou bateria jazz e percussão clássica no Conservatório Superior de Roterdão (Holanda). Licenciado pela Berklee College of Music (EUA) em Drum Set Performance e Composição com a mais alta distinção (Summa Cum Laude). Doutorado em Teoria da Música pela Universidade de Southampton (Reino Unido) sob orientação de Nicholas Cook. Realizou investigação de pós-Doutoramento nas áreas da Música, Matemática e Computadores no Instituto Superior Técnico em Lisboa. Recebeu vários prémios e bolsas de estudo nacionais e internacionais. Atua regularmente com os mais relevantes músicos portugueses e artistas internacionais de renome: Mike Mainieri (Steps Ahead); Dave Samuels (Spyro Gyra); Myra Melford; Susan Muscarella; Kevin Robb, Phil Wilson; e Bruce Saunders. Gravou vários CDs. Concertos em Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Escócia, Brasil, Japão, Australia e EUA. Artista Yamaha, Zildjian e Remo. Autor e coordenador de várias publicações científicas sobre a problemática da interpretação musical, teoria da música e ritmo, jazz e ensino de música. Lecionou na Universidade de Southampton no Reino Unido e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo em Portugal. Foi diretor do Departamento de Música da Universidade de Évora. Foi Professor Titular Visitante na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás no Brasil. É Professor Catedrático no Departamento de Música da Universidade de Évora.
Vasco Ramalho: Iniciou os seus estudos musicais com 12 anos na Escola Profissional de Música de Évora, curso que concluiu em 2000 com elevada classificação. No mesmo ano ingressou na Universidade de Évora onde se licenciou em percussão no ano 2005. Enquanto aluno desta instituição foi distinguido com uma bolsa de mérito dois anos consecutivos. Entre 2006 e 2008 frequentou uma Pós-Graduação em marimba solista no Royal Conservatory Antwerp -Bélgica com o professor Ludwig Albert. Participou em vários cursos e festivais internacionais dos quais se destaca: IPEW 2008 e 2019 – Croácia, Tomarimbando 2014 e 2017 e 2020 Percussion Friends em 2017 no Conservatório de Amsterdão. Foi diretor artístico das VII edições do Festival Internacional de Percussão cidade de Portimão, diretor artístico do I e II Festival Internacional do Alentejo Central, das V edições do Festival Internacional de Percussão de Évora, das II edições do festival Dias da Percussão de Portimão e do I Festival de Percussão de Alcácer do Sal. Foi também diretor artístico da VII edição da Ludwig Albert Summer marimba Academy em 2014. Em julho de 2017 lançou o seu primeiro CD, Vasco Ramalho – Essências de Marimba, Fados & Choros. Desde abril de 2012 que Vasco Ramalho é artista Adams e desde 2019 das marcas Inovative Percussion, Zildjian e Remo. Atualmente é doutorando em Média-Arte Digital na Universidade do Algarve/Universidade Aberta, e terminou o mestrado em performance na Universidade de Évora. É membro do Centro de Investigação em Artes e Comunicação. Leciona Percussão no Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado e na Universidade de Évora.

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Espetáculo para maiores de 6 anos

27 de Julho

Fil Máximus – “Sonho Real”

21:30

Telheiro – Largo da Fonte

Com o nome artístico Fil Máximus, apresenta as suas composições num concerto/performance acompanhado pelo músico Miguel Gromicho que foi seu aluno no conservatório de Portalegre. Neste concerto apresentam-se com uma loop station, guitarras elétricas, acústicas e slide, um teclado, uma bateria, um sintetizador, um didgeridoo, e percussões e onde não existem pre-gravações nem Backing tracks. As composições existem num universo que vai desde o Pop-Rock, Jazz, Músicas do Mundo, passando pelo conocol até à música erudita e de dança. Um dos seus objetivos, além de divulgar a sua música original é criar uma experiência musical única e imersiva com vários momentos e texturas. Fil Máximus tem mantido sempre um espírito muito ecléctico porque não vê a Arte de outra forma a não ser pela completa e absoluta sinergia, simbiose e ausência de julgamento para com todas as formas de energia e vibração que cada linguagem e estilo de Arte/Música comportam. Acredita que a música sempre foi um instrumento de crescimento pessoal e cultural, com o poder de unir as pessoas e curar o Mundo.

Fil Máximus: Filipe Máximo é um cantautor e multi-instrumentista com ascendência anglo-portuguesa. Fez o Curso Profissional de Guitarra Clássica na Escola Profissional de Música de Évora e mais tarde prosseguiu estudos na Universidade de Évora, onde se licenciou em Música – Guitarra Clássica, na vertente de Interpretação/Performance. Em paralelo com a música erudita manteve uma forte ligação com outros estilos de música nomeadamente o jazz, música de dança e música tradicional. Fez parte integrante da banda musical de originais “Os Ortigões”, para os quais escreveu grande parte do repertório. Teve contacto com vários instrumentos e as suas técnicas de interpretação, tal como, a guitarra slide, dobro, vários instrumentos de percussão tradicionais e didgeridoo. Foi professor de guitarra no Conservatório Regional do Baixo Alentejo e no Conservatório de Portalegre e atualmente, tem-se dedicado ao seu projeto solo de originais, que cruza e funde diversas sonoridades desde o clássico, ao jazz, à worldmusic, com o qual gravou o seu primeiro álbum em 2021 e outro mais recentemente em 2023. 
Composições em formato de uma performance de multi-instrumentos.

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Espetáculo para maiores de 6 anos

14 de Setembro

LANA GASPARǾTTI  – “Dimensions”

21:30

Campinho – Espaço Cultural

Lana Gasparotti – Música original/teclados, sintetizador e voz

Pedro Barroso – Baixo elétrico

Sebastião Bergmann– Bateria

Pedro Gerardo – Operação e desenho de som

Lana Gasparotti compõe a sua música, usando teclados para gravar diferentes harmonias, linhas melódicas, linhas de baixo, além da sua voz, que vai juntando de forma livre e muito experimental. Este método de composição pessoal é transposto para o palco de uma forma enérgica e muito genuína, misturando diversas influências e géneros musicais como o jazz, o hip-hop, o drum&bass e a música eletrónica. Lana Gasparotti apresenta-se ao vivo a tocar teclados sintetizadores, canta e vai lançando samples combinando o mundo acústico e eletrónico em tempo real. Atualmente a divulgar o seu álbum de estreia – “Dimensions”, faz-se acompanhar por Pedro Barroso no baixo e Sebastião Bergmann na bateria. O resultado é uma sonoridade muito própria, que faz de cada concerto “LANA GASPARØTTI”, uma experiência vibrante, entre o experimentalismo jazzístico e a música eletrónica.

Lana Gasparotti: Lana é natural de Lagos, Algarve, de ascendência luso-Croata. Após concluir os estudos em piano clássico e a licenciatura em piano jazz, iniciou a sua jornada enquanto instrumentista, tocando com várias bandas de géneros musicais muito distintos. No início de 2020, iniciou o seu projeto autoral onde mistura jazz, hip-hop, drum and bass e música eletrónica. Logo na edição desse ano do Festival Emergente ganhou o prémio “Melhor Concerto”, por votação do público. A sua sonoridade combina o mundo acústico e eletrónico em tempo real, discorrendo em grande estilo, sobre os sintetizadores, toda a sua formação musical, mas também cantando e lançando samples. É acompanhada por Pedro Barroso, no baixo, e Sebastião Bergmann na bateria. DIMENSIONS é o seu álbum de estreia. Ainda em 2023 lançou um primeiro single – “Something in My Way” – e pouco depois, um segundo, – “Mar” – que é acompanhado por videoclip e integra a coletânea FNAC Novos Talentos 2023. No último verão, Lana Gasparotti apresentou o seu projeto ao vivo no festival NOS Alive e este ano foi convidada para apresentar o seu álbum de estreia no primeiro dia do festival Ageas Cool Jazz, fazendo a primeira parte do grupo francês – AIR.

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Espetáculo para maiores de 6 anos

15 de Setembro

Gonçalo Pescada (Acordeão) e Quinteto de Cordas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

19:00

Motrinos – Centro de Recreio Popular/Palco Exterior

Gonçalo Pescada: acordeão

Líliia Donkova e Ana Elisa Ribeiro: violinos

Cátia Santos: viola d’arco

Viktoria Chichkova: violoncelo

Abel Carvalho: contrabaixo

O conceituado acordeonista português Gonçalo Pescada junta-se ao Quinteto de Cordas numa simbiose entre o clássico e o erudito. O repertório surge como um verdadeiro tributo à música de Bach, Piazzolla e Galliano. Músicos de excelência para um programa magistral com uma formação invulgar na constante procura de novas sonoridades. Repertório com obras de Bach, nomeadamente excertos dos concertos para violino BWV 1041, cravo BWV 1056, violino e oboé BWV 1060. A Sicilliene e a Badinerie são interpretadas na accordina, instrumento da família dos aerofones de botões em que o som é produzido através do sopro. A Fuga do Concerto Brandeburguês n. 3 é um desafio à escrita musical contrapontística, mas também à performance musical onde cada instrumento assume um papel relevante. As Estações Porteñas de Astor Piazzolla surgem à semelhança das 4 estações de Vivaldi e pretendem retratar uma estação do ano. Neste concerto, serão interpretadas Inverno Porteño e Outoño Porteño.

Gonçalo Pescada: Doutorado com distinção e louvor em Música e Musicologia – vertente de Interpretação pela Universidade de Évora. Concluiu a licenciatura bi-etápica em Música – vertente Interpretação pela Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco), o Curso Complementar de Acordeão pelo Instituto Musical Vitorino Matono (Lisboa).
Obteve o 1º Prémio no Concurso Nacional de Acordeão (Alcobaça, 1995), o 1º Prémio no Concurso Internacional “Citá di Montese” (Itália, 2004), 1º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril (Portugal, 2006). Realizou recitais em Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Bulgária. Apresentou-se como solista com a Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica do Sul, OrchestrUtopica, Esart Ensemble, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra do Norte, Estoril Ensemble e Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direcção dos maestros Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Michael Zilm, Nikolay Lalov, Susana Pescetti e Jean Marc Burfin, entre outros. Participou em Festivais como: Festival de Música do Estoril, Dias da Música em Belém, Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim e Sofia Music Weeks International Festival (Bulgária), apresentando-se em salas como o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Bulgária Hall e Queen Elizabeth Hall (Londres). Tem gravado para rádios e televisões, destacando-se a RDP Antena 2, a RTP e a Rádio e Televisão Nacional Búlgara. A sua discografia inclui os CD’s Intuição (a solo), Encontros (Duo com o pianista Ian Mikirtumov), Astor Piazzolla (solista com a Orquestra do Algarve), Symbiosis (Duo com a violinista Lilia Donkova) e Rouge (Duo com o Saxofonista Mário Marques).
Como investigador, tem publicado artigos em revistas científicas internacionais e proferido conferências em Portugal, Grécia, Japão e Roménia. Atualmente é Diretor do Departamento de Música da Universidade de Évora e investigador (membro integrado) no CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical.

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Espetáculo para maiores de 6 anos

21 de Setembro

Classic Trio – piano, trompete e soprano

“As Sonoridade Barrocas e Clássicas”

17:30

Igreja Matriz de S. Pedro do Corval

Joana Moreira: piano

Rúben Castro: trompete

Vera Mesquita: soprano

Neste recital o Classic Trio dedica o seu repertório aos compositores do período Barroco e Clássico, como Haendel, Vivaldi, com o seu virtuosismo técnico e enérgico, característicos desta época. O período Clássico estará representado com obras de Domingos Bomtempo e António Teixeira, entre outros nomes mais conhecidos do repertório da época como Mozart e Haydn, demonstrando a simetria do estilo clássico musical ocidental.

Biografia: C.L.A.S.S.I.C Trio foi fundado em 2018 na Cidade do Porto com o intuito de divulgar música escrita para esta formação, a particularidade da música de câmara para esta formação e a sua exigência foi a principal motivação dos seus elementos. O Trio Piano, Trompete e Canto é constituído por músicos exigentes que procuram o constante aperfeiçoamento e pretendem mostrar a versatilidade de cada instrumento, explorando as sonoridades de Música de Câmara para a formação. O repertório é variado, que inclui obras originais para a formação, arranjos de música clássica, jazz, popular, procurando chegar aos diversos públicos demonstrando as capacidades desta formação.

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Espetáculo para maiores de 12 anos

22 de Setembro

Duo Lundú e Inês Leite – “Além do Atlântico” (Música e Poesia)

17:30

Monsaraz – Igreja de Santiago

Inês Leite: atriz

Joana Godinho: mezzo-soprano

José Farinha: guitarra clássica

O Duo Lundú, numa parceria artística com a atriz Inês Leite, levam a palco uma performance que cruza a expressão dramática e a poesia à música de câmara, num espetáculo intitulado “Além do Atlântico”.  Um espetáculo performativo onde a prosa, a escrita, a poesia ibérica e também Luso-Brasileira é revisitada e interpretada numa abordagem que cruza a música com a performance dramática. Assinalando a efeméride dos 500 anos de Luís de Camões e celebrando a palavra e a língua portuguesa, a par da música portuguesa, este espetáculo apresenta obras musicais e literárias desde o séc. XVI ao XX.

Inês Leite: Natural de Londres, licenciada em Estudos Teatrais pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Bacharelato em Teatro-Interpretação da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo e Licenciatura em Biologia (FCUP – Porto2001). Atriz e Encenadora, Diretora da companhia TEatroensaio, da qual é cofundadora com o Encenador, Escritor e Diretor Artístico Pedro Estorninho.
Como atriz trabalhou com vários encenadores tais como António Durães, José Carretas, Lee Beagley e Pedro Estorninho. Em cinema trabalhou com os realizadores Raquel Freire em “Veneno Cura” e Eduardo Morais em “Glória”, “Sotão” e “Caos”. Como Encenadora encenou “Ainda Sou do Tempo em Que havia Comboios” e “Fontes d´Água” (Coprodução TEatroensaio|CMArraiolos 2022), “Estação Abril Redondo” (Fénix 2022), “Tapete, Uma História Sem Tempo” (Coprodução TEatroensaio|CMArraiolos 2021), “O Doido e A Morte” de Raúl Brandão (coprodução TEatroensaio|CM Arraiolos 2020), co-encenou “Terra, este Chão Que Pisamos (Coprodução TEatroensaio|CM Arraiolos 2019), encenou “O Vaidoso Tapete de Beatriz” (Coprodução TEatroensaio|CM Arraiolos 2018), “Para O Castelo” (direcção musical Eduardo Baltar Soares, coprodução TEatroensaio | CM Arraiolos 2018), “Transumância” (2014, 2015 e 2016, Coprodução TEatroensaio|CM Guarda e Fundão) e escreveu e encenou “Arte de Ser – Imprecação a Teixeira de Pascoaes” (2013 e 2014) e “Pássaro de Papel” (2010). Formadora/Encenadora no programa PT (CM Paredes), “Morte e Vida Severina” (texto de João Cabral de Melo Neto, 1º Prémio do FTA, TERB/CCVF Guimarães, 2010), “A Rua do Inferno” (de António Onetti, TRIP/ESE-IPP, 2006) e co-encenou Espectáculo de Teatro Fórum – Projeto Direitos e Desafios II (CM Santa Maria da Feira, 2006). Foi Assistente de Encenação de João Mota, Exercício II (ESMAE/IPP, 2009-2010), entre muitos outros projetos.
Duo Lundú: Ao longo dos seus mais de 25 anos de atividade artística e desde a sua fundação, o Duo Lundú tem levado a palco obras emblemáticas da música erudita ocidental, para canto e guitarra clássica, de compositores desde o séc. XVI ao séc. XX. Composto pela cantora lírica Joana Godinho e pelo guitarrista José Farinha, músicos profissionais com uma vasta experiência em música de câmara. A cumplicidade e fusão entre a voz e a guitarra, transparece na sua performance, num grupo que se mantém no ativo há mais de 25 anos. Desde a sua formação têm-se apresentado em diversos concertos e festivais de música por todo o país. O seu repertório passa pela música erudita ocidental desde o séc. XVI ao séc. XX, com especial incidência no repertório da canção de câmara, incluindo o rico espólio de alguma música portuguesa do séc. XIX, estabelecendo uma ponte entre o erudito e a música de inspiração mais tradicional. O repertório é acompanhado por guitarra romântica (1800) e guitarra clássica, consoante o repertório interpretado. Em 2016 o Duo Lundú submeteu-se a um exame de música de câmara pela ABRSM (Associate Board of The Royal School of Music) na categoria de Ensemble Advanced, tendo o grupo obtido o diploma com as mais altas referências técnico-artísticas.

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Espetáculo para maiores de 3 anos

05 e 06 de Outubro

Versátil Ensemble – “A Evolução Musical na História”

05 de Outubro – 11:00

Reguengos de Monsaraz – Auditório Municipal

06 de Outubro – 17:30

Outeiro – Centro de Convívio

“A Evolução Musical na História” é um espetáculo infantojuvenil com música e narração. Interpretado por uma formação de 10 músicos, narrador/cantor e dirigido pelo maestro João Defesa, o espetáculo conta com um guião original que explica ao público, através de uma linguagem acessível e divertida, a história da música e dos instrumentos e a sua evolução através dos tempos, desde a antiguidade até à atualidade, dentro de todo o seu contexto e rigor histórico. Ao longo do espetáculo, vão sendo apresentadas obras eruditas de diversas épocas e compositores que pertencem aos grandes nomes da história música ocidental, organizadas cronologicamente. Os instrumentos do ensemble são também explicados e apresentados ao público de forma individual. Do repertório apresentado irá fazer parte a estreia de uma obra encomendada especificamente para este espetáculo, intitulada “O Mundo dos Sonhos”, da compositora Carolina Leote Godinho.

João Defesa (Maestro): Licenciado em eufónio pela Universidade de Évora, com Jarrett Butler e Gil Gonçalves.Trabalhou com Adélio Carneiro, Gil Gonçalves, Steven Mead, Bastien Baumet, Javier Bonet e Sérgio. Integrou várias orquestras de sopros portuguesas e espanholas. Estudou direção de orquestra com Jean-Marc Burfin e na Escuela Superior de Música da Catalunya (Barcelona) com Salvador Brotons e Jordi Mora Griso.Concluiu o Mestrado em Direção Sinfónica, Instrumental e Vocal no Centro Superior Katarina Gurska/ Fundacíon Reina Sofia em Madrid com honras de excelência, sob a orientação do Maestro George Pehlivanian. Como aluno externo estudou composição com António Pinho Vargas. Dirigiu a Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra de Cordas da Escola Superior de Música da Catalunha (Espanha), Orquestra Royal Northern College of Music (Manchester) e a Orquestra Resindent (França), Banda Sinfónica Portuguesa- Casa da Música do Porto, o Remix Ensemble da Casa da Música do Porto, a Orquestra Sinfónica da Musik und Kunst Privatuniversität der Stadt Wien ( Viena, Áustria), Ensemble de Música Contemporânea MUK, Opernstudioorchester da Musik und Kunst Privatuniversität der Stadt Wien e o Versátil Ensemble. Trabalha regularmente com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. Finalista do concurso para Diretor Artístico da Orquestra Académica da Universidade de Lisboa. Maestro assistente na Ópera Carmen de Bizet no TIMM (França) com concertos em Lille, Paris e Robaix. Dirigiu a estreia de SHARISH, Concerto para Tuba e Orquestra com o tubista Gil Gonçalves. Finalista do concurso “Jovens Diretores” do Palau da Música de Valência. Selecionado para dirigir a Semifinal do VIII Concurso de Composição Banda Sinfónica Portuguesa na Casa da Música. Concluiu a graduação Certificate Performance, de Direção Orquestral, universidade de Viena, MUK- Musik und Kunst Privatuniversität der Stadt Wien.Em 2023 foi um dos 5 selecionados para trabalhar com o Remix Ensemble da Casa da Música. É maestro titular e diretor artístico da Orquestra de Câmara do Alentejo e do Syrah Ensemble. Maestro titular do Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, maestro e diretor artístico da Sociedade Filarmónica União Musical Amarelejense. É maestro assistente da Orquestra Sinfónica Juvenil (OSJ), Lisboa. É desde março de 2024, maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense.
Versátil Ensemble: Em atividade artística desde 2020, é um dos grupos residentes mais ativos na Bolsa D’Originais Associação Cultural. A sua formação é composta por músicos profissionais com muita experiência em várias áreas musicais, desde o erudito, ao jazz, à música tradicional. A sua formação varia entre vocal-instrumental ou só instrumental, com uma variedade de elementos que vai desde o trio à formação mais orquestral, adaptando a sua composição aos projetos e características musicais, através do cruzamento de instrumentos clássicos, contemporâneos e tradicionais. Desde a sua atividade inicial que o Versátil Ensemble tem vindo a estrear obras e arranjos de compositores como Jorge Salgueiro, João Falé, Pedro Louzeiro, entre outros e foi dirigido por vários maestros como Jorge Salgueiro, João Defesa, João Rocha, Octávio Martins, entre outros. O Versátil Ensemble também tem uma rede de parcerias artísticas onde se apresenta em espetáculos de teatro, performances contemporâneas e projetos artístico-pedagógicos, contando já com vários projetos inseridos na programação anual e apoios da Direção Regional da Cultura do Alentejo.

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Espetáculo para maiores de 3 anos

12 e 13 de Outubro

Teatro Experimental de Lagos – “Outros mundos” (teatro de objetos)

12 de Outubro – 17:30

Perolivas – Sociedade União Perolivense

13 de Outubro – 17:30

S. Marcos do Campo – Sociedade Harmonia Samarquense

Ficha artística e técnica:

Interpretação – Carlos Norton e Nelda Magalhães

Figurinos e elementos cenográficos – Nelda Magalhães e Carlos Norton

Criação – Carlos Norton e Nelda Magalhães

Composição Musical – Carlos Norton

Figurinos e elementos cenográficos – Nelda Magalhães e Carlos Norton

Apoio Técnico – Nuno Murta

Voz Off – Lucas Montrond

Poemas: Antero de Quental, Fernando Pessoa, Junqueira Freire, Pedro Dinis e recolha de Almeida

Garret

As malas não servem só para viajar pelo mundo fora. Podemos mergulhar para dentro delas e descobrir mundos em miniatura, onde tudo pode acontecer. Lugares mágicos que acontecem com palavras antigas, enigmáticas, divertidas e sonhadoras. Para caberem nestes mundos, os instrumentos musicais encolheram também. E as histórias que se contam vêm em forma de versos, com palavras tricotadas umas nas outras. Espetáculo de teatro do objeto, poesia e música de Nelda Magalhães e Carlos Norton, com textos poéticos de Fernando Pessoa, Antero de Quental, Junqueira Freire entre outros poetas que, no seu tempo, ousaram escrever versos para crianças.

TEL – Teatro Experimental de Lagos: associação cultural sem fins lucrativos dedicada à criação e difusão das artes performativas, numa perspetiva de fruição direta com a comunidade, na descentralização das artes, sobretudo no Barlavento Algarvio. Criada em 1972, formalizada como associação cultural desde 1987, é uma das associações culturais mais antigas do Algarve. Alberga uma pluralidade de linguagens dentro dos seus projetos de criação artística (Teatro, dança, música, circo contemporâneo). O seu trabalho criativo passa por espaços convencionais e não-convencionais, valorizando os espaços património, a criação site specific e a história e património natural de nosso território. Dinamiza o S.E.T.E. – Serviço Educativo do Teatro Experimental, com uma estratégia de sensibilização de públicos a partir da pedagogia artística, dedica-se a projetos de formação e intervenção cultural nas escolas e na comunidade, de forma que as artes façam parte do quotidiano das crianças e jovens do concelho de Lagos. O TEL possui um Espaço Cultural, desde junho de 2012, cedido pelo Município de Lagos, onde desenha uma programação dirigida à comunidade, na criação e no acolhimento de espetáculos, formações e residências artísticas, funcionando como um laboratório artístico permanente. Na atualidade, cria em parceria com a Cia. Vaya e a B-Side (FR), companhias de circo contemporâneo e desenvolve pesquisa artística na área do cinema em parceria com a Fungo Azul – Associação Cultural através da CUBO – Incubadora de Cinema. Programa o VENTANIA – Festival de Artes Performativas do Barlavento desde 2019 e o Festival EmRaizArt desde 2021. Desenvolve parcerias com diferentes entidades de âmbito Regional e Nacional, nomeadamente casaBranca, C.4M.A. a.c., EnLama a.c., Fungo AZul – A.C., LAC – Laboratório de Atividades Criativas – A.C., Mãozorra A.C., O Corvo e a Raposa A.C., Purga Associação Cultural,Tertúlia Associação Cultural, Bolsa de Originais A.C., Questão Repetida, Try Theatre, entre outros.
Nelda Magalhães: Licenciada em Comunicação Cultural, pela Universidade Católica Portuguesa. Desenvolve pesquisa artística com Helena Flor Dias e Maria João Alcobia (Dança Amalgama), Per Spildra Borg (Cia. Stella Polaris) e Vilo Docolomansky (FARMA). Dedica-se à educação artística, colaborando em projetos dirigidos a crianças e jovens em Portugal, França, Lituânia e Cabo Verde. Colaborou no serviço educativo do centro de exposições do Centro Cultural de Lagos –  “Das Histórias Nascem Histórias”, sobre a obra de Fernanda Fragateiro com coordenação de Madalena Vitorino – “Mundos Locais”. Fez parte da equipa de artistas do Projeto Regional de Educação Ambiental pela Arte, com coordenação de Helena Tapadinhas, Delegação Regional de Educação do Algarve. Participou como artista e escritora no projeto “Tales from the Sea”: Pegada Cultural, com Direção Artística de Daniela Tomaz, Academia de Música de Lagos. É contadora de histórias, sendo intérprete e coordenadora pedagógica do projeto “O Mundo Invisível dos Livros”. Para teatro escreveu as peças “Insónia”, “A Estação” e “Do Outro Lado”, do projeto NAIA – formação em teatro para crianças e jovens. Pertence ao Teatro Experimental de Lagos desde 2003, como coordenadora pedagógica, atriz, encenadora, produtora cultural e formadora. Iniciou o seu percurso como criadora na área do teatro de rua, onde destaca “FEL”, “O Sonho do Infante”, “MEL” e “Ganesh”. Co-criou com Bruno Batista “Lobo Vermelho, com Bruno Batista e Carlos Norton “O Último Dragão” e projetos de cruzamentos disciplinares na área da narração oral “Percursos de Oralidade no Património”. É diretora Artística do TEL desde 2012, destacando projetos do Plano Nacional das Artes, que integra o S.E.T.E. – Serviço Educativo do TEL, Festa dos Sentidos, VENTANIA-Festival de Artes PErformativas com apoio do 365 Algarve e apoio DGartes. Colabora com a Diretora Artística Berna Huidobro no Festival EMRaizArt, como Direção de Produção.
Carlos Norton: Artista multidisciplinar. Integrou e acompanhou bandas e projetos, de diversos estilos musicais, com concertos em Portugal e em vários países europeus. Músico multi-instrumentista já gravou uma variedade de instrumentos. Compôs e gravou música para cinema e teatro. Gravou até ao momento 12 CDs, com destaque para os recentes trabalhos com OrBlua. Produtor de edições discográficas e coletâneas de bandas algarvias. Realizou trabalhos de sonoplastia para rádio, teatro e cinema. Criou várias peças de rádio-arte. Autor de diversas esculturas sonoras e de composições sonoras para exposições e festivais. Criador e responsável do ASPA – Arquivo Sonoro Paisagístico do Algarve. Locutor de rádio e voz para diversos comerciais e documentários. Diversos contos publicados em revistas literárias. Como artista plástico participou em diversas exposições individuais e coletivas e em diversas residências artísticas nas áreas do cinema, música e escultura. Como realizador de cinema tem vários trabalhos nas áreas da ficção, documentário e musicais. Vários filmes integraram festivais de cinema nacionais e galardoado com alguns prémios. Actor de teatro, atualmente integra o elenco das peças O Lobo Vermelho e O Último Dragão. Na rádio produziu e realizou diversos programas e rubricas, de música, poesia, história e ciência.
Diretor artístico da Associação Fungo Azul. Diretor e programador do Fusos – Festival de Fusões Artísticas.

ENTRADA LIVRE

Espetáculo para maiores de 6 anos

19 e 20 de Outubro

Coletivo Gharbe – “Da Interpretação Histórica à Contemporânea”

19 de Outubro – 21:30

Caridade – Centro Cultural Caridadense 1º de Maio

20 de Outubro – 17:00

Cumeada – Centro Cultural Cumeadense

Daniela Tomaz – Flautas renascentistas e Barrocas

Joana Godinho – Mezzo Soprano

Catarina Melo – Cravo

Daniela Pinhel – Oboé e Corne Inglês

Vasco Ramalho – Marimba Mallet Station

“Da Interpretação Histórica à Contemporânea” é um recital com um programa que estabelece uma ponte entre instrumentos históricos e instrumentos modernos e exalta dois períodos áureos da história musical, o Renascimento e o Barroco. Este será um concerto comentado dentro do seu contexto histórico-cultural, e que apresenta um repertório com obras de compositores portugueses e espanhóis, homenageando e exaltando a mais bela música ibérica presente na altura, desde a sua conceção mais histórica até uma interpretação contemporânea, através da utilização de instrumentos modernos, digitais e eletrónica. Obras dos Cancioneiros Renascentistas e de compositores portugueses da época barroca.

Coletivo Gharbe: Coletivo Gharbe teve o seu concerto de estreia em Portimão, em setembro de 2021 e desde então que se apresentaram com repertórios diversos no Algarve e Alentejo, tendo apresentado vários projetos com o apoio da Direção Regional da Cultural do Algarve. Os músicos do Coletivo Gharbe fazem parte de dois projetos criados pelo ecossistema artístico algarvio e dedicados à música entre a tradição oral e a música escrita, tanto no âmbito mais tradicional como no âmbito do erudito, sempre numa vertente do repertório historicamente interpretado. A sua formação integra músicos profissionais com uma vasta experiência tanto na música histórica e tradicional como na música contemporânea, assim como os próprios instrumentos usados, permitem uma abordagem artística inovadora, numa interpretação musical que funde as sonoridades e técnicas de interpretação histórica com a contemporânea.

ENTRADA LIVRE

Espetáculo para maiores de 6 anos

26 de Outubro

Luís Leitão (Tuba) e Banda Filarmónica Harmonia Reguenguense

21:30

Reguengos de Monsaraz – Auditório Municipal

O jovem tubista Luís Leitão será acompanhado pela Filarmónica Harmonia Reguenguense e dirigida pelo maestro João Defesa. O repertório procura divulgar a potencialidade artística da tuba enquanto instrumento solista e obras de compositores portugueses, principalmente dentro do repertório de Tuba e orquestra, como é o caso do Concertino para Tuba e Banda Sinfónica do compositor Carlos Marques, entre outros compositores.

Luís Leitão: Jovem tubista reguenguense, iniciou os seus estudos musicais com 11 anos, na Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, onde tocava eufónio. Na Escola Profissional Metropolitana realizou o curso secundário, com os professores Adélio Carneiro e Gil Gonçalves. Atualmente encontra-se na Escola de Artes e Ciências Aplicadas de Lucerna (Suíça), onde está a tirar a licenciatura especializada em tuba, com Anne Jelle Visser e Henrique Costa. Participou em variados concursos, nos quais obteve três vitórias, em 2017 no Concurso Internacional Terras de La Salette, em 2019 e 2022 no Concurso da Associação Portuguesa de Tubas e Eufónios, e um lugar em 2021 na Associação Espanhola de Tubas e Eufónios. Trabalhou com a Jovem Orquestra Portuguesa, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra do Alto Minho, Orquestra de Jovens de Munique e trabalha regularmente com a Orquestra XXI.
Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense: Fundada em 1886 sob a liderança de José Maria de Carvalho, tem vindo a desenvolver um trabalho de relevo e importância a nível da divulgação e educação da música, junto da população Reguenguense. Em 2003, a S.F.H.R. dá início ao Curso de Formação para instrumentistas “Reguengos Terras D’el Rei”. Em 2005, participou no CD, as melhores Bandas Filarmónicas da Região Alentejo, produzido pela Editora PubIiCart. Em 2006, participa no 1° Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas em Vila Franca de Xira, ficando em 2° lugar na Segunda Categoria. Em julho do mesmo ano, atuou na Madeira, a convite da Orquestra do Gabinete Coordenador da Cultura. Em abril de 2008 no Concurso Internacional de Bandas Filarmónicas em Vila Franca de Xira, ganha o 1° lugar. A direção artística da banda esteve a cargo do maestro António Menino até fevereiro, sendo atualmente dirigida pelo maestro João Defesa.

ENTRADA LIVRE

Espetáculo para maiores de 6 anos

27 de Outubro

Quinteto de Sopros Quas’In Modus e Ana Paula Rada (Soprano) – “Viagem Pela Minha Terra”

17:00

Barrada – Centro Cultural e Recreativo

Ana Paula Rada: Soprano

Catarina Rebelo: Clarinete

Daniela Marques: Flauta Transversal

Daniela Pinhel: Oboé

Sandra Ochoa: Fagote

Filipe Bernardo: Trompa

“Viagem na Nossa Terra”, irá enaltecer a música portuguesa num concerto comentado. Em todas as viagens, existe um ponto de partida e um destino e é precisamente isso que este concerto apresenta, um percurso ao longo da história da música com obras de ilustres compositores portugueses, como Joly Braga Santos, António Vitorino de Almeida, bem como compositores do panorama atual como Samuel Pascoal, com uma obra escrita para o próprio quinteto. A segunda parte do concerto irá apresentar obras de canto lírico adaptadas ao conjunto específico, e a participação duma jovem talento emergente, a soprano Ana Paula Rada.

Quas’In Modus Quinteto de Sopros: Fundado em 2012 e com a direção de Catarina Rebelo, o Quinteto de Sopros Quas’In Modus nasce da vontade de cinco músicos profissionais homenagearem a sua paixão pela música através desta formação camerística: flauta, oboé, clarinete, fagote e trompa.
Desde o início da sua atividade não sofreu alterações na sua constituição original apresentando-se por vezes com músicos convidados, ou em formações mais reduzidas, atendendo às especificidades do repertório a executar. Este quinteto apresenta um repertório bastante eclético, abrangendo vários estilos e épocas, desde o Clássico até à Música Contemporânea.  Além de várias apresentações pelo país, nomeadamente em Mozelos, Esmoriz, Rio Meão, Santa Maria da Feira, Vila Nova de Gaia, Reguengos de Monsaraz e Évora, apresentou-se também além-fronteiras no festival FIMU – Belfort, representando Portugal. O Quinteto de Sopros Quas’In Modus apresenta também recriações da música popular Portuguesa em arranjos que tornam a sua execução inovadora e completamente apropriada para os diversos palcos onde atua. Além, do caráter artístico, este quinteto tem uma vertente pedagógica muito presente através de concertos pedagógicos, dos workshops e masterclasses.
Ana Paula Rada (Soprano): iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos, no curso de piano no Conservatório Joly Braga Santos em Portimão. Aos 15 anos iniciou o curso Secundário de Canto com a professora Joana Godinho, na Academia de Música de Lagos e concluiu o curso com a mesma professora, no Conservatório Regional de Évora. Em 2019 ingressou no curso de Canto da Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com a professora Siphiwe McKenzie. Através do Programa Erasmus, estudou na Escola Superior de Canto de Madrid, sob a orientação dos professores Elena Valdelomar e Ricardo Francia. Frequentou masterclasses orientadas por: Ulrike Sonntag, Elizabeth Pacheco Rose, Ekaterina Antipova, Olena Sloia e Jorge Balça.
A jovem soprano tem participado em inúmeros concertos enquanto solista e teve a oportunidade de trabalhar com vários maestros como: Jorge Salgueiro, Paulo Lourenço e José Gomez. Interpretou o papel de Amahl em “Amahl and the night visitors” de Menotti, Duquesa Carolina em “Luisa Fernanda” de Federico Torroba, e a rapariga do Trio em “Trouble in Tahiti” de Bernstein, e participou na estreia de Androidinópolis, com o papel de Libera na obra de Jorge Salgueiro.
Em setembro de 2022, ganhou o 2º prémio na categoria de voz feminina no XXXIX Concurso Internacional de Canto de Logroño – La Rioja, e também em setembro de 2022, foi distinguida no concurso internacional II Corsica Lírica com os prémios: “Best Interpretation of Corsican Song” and “Most Foretell Voice”.
Atualmente, integra o elenco da Companhia de Ópera do Teatro Amaya em Madrid: L’operamore, onde participou no 3º Festival de Zarzuela e Ópera, e onde interpreta diversos papeis entre os quais Rosita em Luisa Fernanda e Annina em La Traviata.

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